No próximo fim-de-semana, seremos chamados a votar naquele que será o próximo Presidente da República. Em muitas conversas que vou tendo com quem me cruzo, noto uma certa hesitação. Por isso, este exercício que fiz para mim, que se explica pelas dificuldades que eu próprio também tive em escolher, e que aqui partilho. Há cerca de um ano estava tentado a votar em Gouveia e Melo, pois gostava do facto de ser uma pessoa que transmitia uma ideia de seriedade e de defesa intransigente do interesse nacional, não me importando com o facto de ser militar. Aliás, penso que não havia qualquer problema em haver um militar na Presidência da República: depois dos exageros revolucionários da década de 70, a instituição militar veio a perder cada vez mais relevância, a ponto de ser praticamente omissa da nossa vida pública. E isso é pena, porque acho que precisamos dela — ela é por vezes o último reduto de uma consciência nacional, e Gouveia e Melo poderia ir beber a essa tradição. Fomos ouv...
Comentários
Tive a oportunidade de folhear o seu livro e desde já os meus parabéns pela escolha gráfica, está muito bonito e apelativo... as ilustrações em fundo branco enaltecem as cores vivas, sendo até possível vislumbrar os movimentos...
Através da temática é possível uma reestruturação do que nós, pessoas comuns, pais, professores,... pretendemos e temos em conta como uma educação saudável. Permite-nos reflectir.
Os meus parabéns
À medida que a leitura ia avançando, ia crescendo, em mim, um questionar constante, aparentemente simples, mas tantas vezes difícil de responder…Todos os conteúdos teóricos apresentados e fundamentados, ao longo do livro foram obviamente importantes… mas foi a simplicidade, o envolvimento e o pensamento reflexivo de quem escrevia, que diferenciaram este livro de tantos outros, tornando-o tão significativo.
Obrigada por esta partilha, por este “olhar” crítico e curioso de quem procura ver, viver, entender, integrar e mudar a “Educação Hoje”… Obrigada pela simplicidade de reflexão; pelo espírito optimista, tão importante nos tempos que correm; pela transparência humana e, até mesmo, por uma certa irreverência com que procurou entregar-se a este livro e à sua grande e importante temática envolvente.
Foi bom sentir que não caminhamos sozinhos e que, fugindo do perigo das ilusões das utopias, procuramos dar passos significativos, nesta inquietante vontade de “Ser Mais”… que está para além dos conteúdos, das metodologias, das pedagogias e que rompe com estruturas lógicas existentes… mostrando-nos que Educar é o encontro de duas liberdades… e esse é, sem dúvida, o maior e melhor desafio, a que somos chamados…
Obrigada
Maria
Em alguns parágrafos senti que estava a entrar e viver situações muito estimulantes, exemplos esses que ajudam a desenvolver os conteúdos pretendidos, mas fica-se com vontade de interiorizar mais, isto é, tantas vivências..., que o livro "sabe" a pouco, deixando espaço para colocarmos as situações do nosso dia-a-dia e tornando-o maior...
Assim, aproveitamos e "saboreamos" o que já temos, agradecendo e ficando na expectativa... sendo que ler também nos ajuda a ser tolerantes e ouvir o eco das frases...
bom trabalho, parabéns!
j